terça-feira, 26 de julho de 2011

Voar...

"Aquele passarinho alí falou que era fácil

(Fonte: Google, 2011)
e eu quis voar também."

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo...

Ser AMIGO é superar as diferenças.
(Fonte: Google, 2011)


terça-feira, 19 de julho de 2011

Há certas horas...


"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor…
Não precisamos da paixão desmedida…
Não queremos beijo na boca…
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama…
Há certas horas, que só queremos a mão no ombro,
o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado…
Sem nada dizer…
Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar,
que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente,
a brincar com a gente, a nos fazer sorrir…
Alguém que ria de nossas piadas sem graça…
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo…
Que nos teça elogios sem fim…
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável…
Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado…
Alguém que nos possa dizer: Acho que você está errado, mas estou do seu lado…
Ou alguém que apenas diga: Sou seu amor! E estou Aqui!"

(William Shakespeare)


sábado, 2 de julho de 2011

Palavras que não cicatrizam...


Há palavras que não cicatrizam em nós, 
há sempre um corte aberto, porém quieto, 
certo que em algum momento voltará a sangrar.


Como pedras lançadas ao rio de beleza fascinante envolta no poder lacerante de sua chegada.
Como lança afiada de dois gumes não há como se escapar.
São como folhas secas ao vento, não se conhece o percurso nem a condição de sua estrada.
Palavras são armas poderosas que ferem a alma se proferidas de forma errada. Como bumerangues elas vem e vão, (por vezes demoram a voltar) provocam feridas, deixando marcas, reacendendo sentimentos.
Tudo é incerto, renovado, cíclico, é um devir constante de acontecimentos e precisa-se pensar bem antes de proferir armas ao vento. 
 
(Fonte: Google, 2010)
Que todos os ouvidos cerrem-se a ti
arma enganosa, capciosa.
Vociferas brados lentamente fatais
corta-me as asas
feridas concisas, profundas
quisera-me por ti jamais ludibriar-me.

Entre nascer e pôr do sol
suas lembranças esvaírem-se
como fumaça ao céu,
mas suas marcas se fazem intactas
em uma latência inerente
que clama por calma
ao pesar de tão ardentes palavras
que nunca irão cicatrizar.

(Samyra Almeida)